Visitas aos Cras se encerram, mas atualização do cartão Gratuidade segue até 30/01

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24 de dezembro de 2014
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Visitas aos Cras se encerram, mas atualização do cartão Gratuidade segue até 30/01


De 10 de novembro a 10 de dezembro desse ano, o setor de Negócios e Produtos da Aracajucard se dedicou à visitação dos Centros de Referência e Assistência Social – Cras. O cronograma visou informar aos idosos sobre a importância do uso do Mais Aracaju Gratuidade, assim como realizar a renovação do cadastro do cartão.

Nesse período, foram visitados 16 Centros, começando pelo Risoleta Neves, situado no bairro 18 do Forte. Em seguida, foi a vez do Benjamin Alves Carvalho, na Coroa do Meio; depois vieram o Santa Maria, localizado no bairro de mesmo nome; o Professor Gonçalo Rollemberg, no José Conrado de Araújo; o Jardim Esperança, no Conjunto Orlando Dantas; Carlos Fernandes de Melo, no Lamarão; o Antônio Valença Rolemberg, na Farolândia; Jardim Esperança, no São Conrado; o Coqueiral, no Porto Dantas; Enedina Bomfim dos Santos, América; Pedro Averan, no bairro Industrial; Jardim Esperança, no Inácio Barbosa; Porto Dantas, no bairro Porto Dantas;  Madre Tereza de Calcutá, no Jabotiana; Carlos Hadman Cortes, Soledade; Terezinha Meira, na Olaria.

Somadas, as visitas atingiram um público de 349 pessoas. Todas elas tiveram os seus dados recolhidos para a validação do cartão no sistema de bilhetagem eletrônica. Quem não compareceu aos encontros, têm até o dia 30 de janeiro de 2015 para comparecer à sede da Aracajucard e atualizar o seu cadastro.

 

Receptividade

Em todos os Cras visitados foi grande a receptividade dos idosos com a equipe da Aracajucard, liderada pela gerente de Produto e Negócios Andrea Aragão. Durante o bate-papo, foi possível tirar dúvidas sobre como ter acesso à gratuidade, os benefícios do uso do cartão e sobre como proceder no caso de ser necessário exigir a garantia do direito de ir e vir.

Após as reuniões, muitas foram as manifestações de apoio à iniciativa da Aracajucard. “Muito válida essa aproximação. Demonstra a preocupação das empresas de ônibus em saber como o serviço está sendo prestado. Vejo como uma busca pela melhoria do atendimento ao usuário, assim como de conscientização da população”, declarou Vera Carvalho, coordenadora do Cras Santa Maria.

Para a assistente social Quênia Gouveia Rocha, esse trabalho da Aracajucard também foi bastante valioso. “Essas visitas trouxeram orientações importantes, com uma linguagem bem próxima do nosso pessoal. Além disso, os idosos passam a se sentir respeitados quando são ouvidos com tanta atenção. Só temos a agradecer e parabenizar pelo trabalho”, afirmou.

Evânia Oliveira dos Santos, assistente social do Cras Jardim Esperança (São Conrado), igualmente elogiou a iniciativa. “Considero muito importantes esses encontros, pois alguns idosos têm dificuldade de compreensão. Assim sendo, nada melhor que transmitir a informação quanto aos direitos e deveres que possuem diretamente a eles. Até sugiro que esse encontro seja anual para que eles não percam o compromisso”, ressaltou ela.

 

Opiniões

Os idosos também se manifestaram favoráveis aos encontros. A maioria ressaltou a possibilidade de tirar dúvidas sobre o benefício e a facilidade da atualização do cartão, durante a reunião, apenas com o fornecimento dos dados pessoais. O fato de estreitar o canal de comunicação dos idosos com as empresas de transporte de passageiros e dar-lhes a segurança de que as suas opiniões são importantes para a melhoria do serviço também colaboraram para o bom resultado da ação.

“Foi ótimo. Tiramos todas as dúvidas com relação à idade permitida para adquirir o cartão e sobre o uso da identificação digital”, afirmou Adeilde dos Santos Rocha, 68 anos, usuária do cartão Gratuidade. Outra usuária do cartão, Marina de Jesus Santana, 74 anos, declarou: “Achei muito bom. Pude reclamar e ser ouvida, além de ter tirado as minhas dúvidas”.

Já Maria Iolanda Oliveira, 71 anos, disse ter adorado o fato de atualizar o cartão sem precisar se deslocar até a sede da Aracajucard. Até quem ainda não tem acesso ao benefício, por não ter completado 65 anos, achou útil. “Não sabia de muita coisa que agora foi esclarecida. Mesmo ainda não tendo idade para ter o beneficio é bom já está sabendo como proceder quando chegar a hora”, disse Elisabete da Costa, 49 anos.

Para Andrea Aragão, também foi uma oportunidade bastante produtiva. “Conversar diretamente com os idosos e conhecer de que modo eles enxergam o transporte coletivo é um excelente meio de aperfeiçoarmos o nosso trabalho. Eles são testemunhas de como o serviço está sendo realizado nas ruas. Desse modo, as informações que nos deram são bastante valiosas. Com certeza, vamos aproveitá-las de modo prático”, analisou a gerente.

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